Persuasão

Gazeta de Meryton, 7 de março de 2010

Sunday, March 7th, 2010 | Filmes, Jane Austen, Livros | 24 Comments

EDITORIAL

Por absoluta falta de tempo a Gazeta não foi publicada nestes últimos dias. Não vamos desperdiçar o tempo que sobra e faremos algo concreto: ajudar um leitor de Jane Austen.

O leitor está numa dúvida atroz, não sabe se compra a edição de Orgulho e preconceito de L&PM ou se espera e compra a edição que sairá em maio da Coleção Abril. Eu já dei meu palpite. Compre os dois. Como às vezes  (só às vezes, tá) sou exagerada, peço a opinião de vocês.

Só digo mais uma coisinha, o leitor ganhará um marcador de página (ou dois dependerá da decisão dele) e vocês que comentarem neste post concorrerão também a um.  Até o próximo sábado.

LIVROS

Persuasão, tradução de Luiza Lobo, na Estante Virtual. Confiram os preços, na minha opinião, inflacionados: A, B e C.

BILBIOTECA JANE AUSTEN

Novos livros catalogados:

The History of England

Catharine, ou o Caramanchão

Emma

Jane Austen Handbook

BLOGS

Indicação de Rebeca do Chá com Jane Austen | Blog do Paulo Roberto Pires na Bravo Online: “Geniausten!”

FILMES

Hoje é dia de Oscar e dos nossos conhecidos concorrem Colin Firth, na categoria Melhor Ator (A Single Man)  e Carey Mulligan na categoria Melhor Atriz (An Education). A cerimônia será transmitida pela Rede Globo.

Site Oficial do Oscar

TWITTER

“Dean: Jane Austen still present in society” | Statepress | em inglês

Via @janeaustenworld e @JosieMangani | Richard Armitage, como Lovelace em Clarissa de Samuel Richadson | BBC Radio 4 – 12 mar 2010

MISCELÂNEA

Mansfield Park está ficando cada vez menor! E para completar está se tornando um perigo!

Você pode cair literáriamente nos braços de Mr. Darcy muito antes do que você imagina! Veja como no Jane Austen Centre.

OBITUÁRIO

José Mindlin, bibliófilo brasileiro.

IMAGEM

Coleção Jane Austen, Red Penguin
Manhã de domingo e um presente delicioso. Muito obrigada.

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Por um momento…

Thursday, February 4th, 2010 | Filmes, Vídeos | 6 Comments

Aquele momento que não sabemos se aconteceu ou foi apenas imaginação.

Piano Sonata n. 14 ou Moonlight Sonata, Ludwig van Beethoven
Persuasão, 2007 | Se o video for desabilitado, veja aqui.

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Persuasão 1971

Monday, February 1st, 2010 | Filmes, Jane Austen | 10 Comments

O que posso dizer de Persuasion 1971… Tenho uma certeza: ficarei assombrada com a peruca da Ann Fairbank por um longo tempo. A principio pensei que por ser mais antigo eu estivesse sendo severa com o filme. Então lembrei-me de Emma que é da mesma época (1972) e que gostei muito.

Mais adiante farei posts mais detalhados sobre todos os filmes dessa coleção.

Esta captura foi a melhor que consegui do casal.
Ann Fairbank e Julian Mitchell, como Anne Elliot e Capitão Wenthorth

Vocês acham que já viram tudo? Querem conhecer o capitão Benwick? › Continue reading

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Persuasão entre os cinqüenta melhores

Friday, January 29th, 2010 | Livros | 9 Comments

Com freqüência encontramos os livros de Jane Austen em listas dos melhores e minha surpresa foi achar Persuasão onde normalmente temos Orgulho e preconceito! O livro onde é mencionado: 50 Clássicos que Não Podem Faltar na Sua Biblioteca, de Jane Gleeson-White. Muito obrigada, Denise!

Para comemorar fiz este pequeno carnaval com clips coloridos
e meu adorado Persuasion antiguinho

  • 50 Clássicos que Não Podem Faltar na Sua Biblioteca, de Jane Gleeson-White (Veja todos os dados do livro neste link da Folha Online)

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Advogado de Sir Walter Elliot

Friday, January 1st, 2010 | Jane Austen, Livros | No Comments

O The Guardian enumerou os dez piores advogados da literatura e entres eles está Mr. Shepherd, o advogado e administrador de Sir Walter Elliot de Persuasão.

Mr. Shepherd,  Sir Walter Elliot’s “civil, cautious lawyer” in Jane Austen’s Persuasion lives off the takings from his employer. Expert at saying whatever will flatter the spendthrift baronet into doing his wishes, Shepherd has a deep scheme. He is plotting with his young widowed daughter, Mrs Clay, to trap Sir Walter into marriage.

“O senhor Shepherd, advogado educado e cauteloso de Sir Walter Elliot, em Persuasão de Jane Austen, vive dos lucros de seu empregador. Especialista em dizer o que irá lisonjear o baronete perdulário de modo a  fazer suas vontades, Shepherd tem um grande esquema. Ele conspira junta com sua filha viúva, a Sra. Clay, para que Sir Walter acabe casando com ela.

David Collings como Mr. Shepherd em Persuasion, 1995

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O Natal nos livros de Jane Austen

Friday, December 25th, 2009 | Filmes, Jane Austen, Livros | 17 Comments

Suspendi a publicação automática deste post que estava programado para as primeiras horas do dia 25 e só agora consegui entrar na internet. Motivo da suspensão: recebi inesperadamente meu presente de Natal na manhã do dia 24 quando já não tinha tempo para mais nada mas queria compartilhar o meu presente com vocês. Atrasadinha, pois o vinho ontem e hoje estava excelente, fotografei e troquei as imagens do post.

Na época de Jane Austen, quando as pessoas moravam relativamente longe e os transportes eram caros, as pessoas aproveitavam as datas festivas para se reunirem e ficar alguns dias nas casas de amigos e parentes. O Natal era uma dessas datas como podemos ler nos trechos abaixo dos seis livros da autora.

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O convite da senhora Palmer, em Razão e sentimento,  é quase um pedido de favor para que as irmãs Dashwood passem o Natal com eles em Cleveland. Pelo que se pode ver quanto mais gente, melhor!

“Oh, my dear Miss Dashwood,” said Mrs. Palmer soon afterwards, “I have got such a favour to ask of you and your sister. Will you come and spend some time at Cleveland this Christmas? Now, pray do – and come while the Westons are with us. You cannot think how happy I shall be! It will be quite delightful!

— Minha cara Miss Dashwood, disse a senhora Palmer logo depois, tenho um grande favor a lhe pedir, bem como à sua irmã. Querem vir passar alguns dias em Cleveland, este ano, pelo natal? Apareçam enquanto os Weston estiverem lá. Não imaginam como ficarei contente. Será uma delícia. | cap. 20, trad. Dinah Silveira de Queiroz |

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Em Orgulho e preconceito vemos que as famílias costumavam passar o Natal juntos e distribuir presentes.

On the following Monday, Mrs. Bennet had the pleasure of receiving her brother and his wife, who came as usual to spend the Christmas at Longbourn. [...] The first part of Mrs. Gardiner’s business on her arrival, was to distribute her presents and describe the newest fashions. When this was done, she had a less active part to play.

Na segunda-feira seguinte, a senhora Bennet teve o prazer de receber seu irmão e sua cunhada, que iam,  como de costume, passar o Natal em Longbourne.  [...] Os primeiros momentos da chegada da senhora Gardiner consistiram na distribuição dos presentes que trazia e na descrição da moda mais recente. Feito isso, o seu papel se tornou menos ativo. | cap. 25, trad. Lúcio Cardoso |

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Uma das alegrias de Fanny Price, recém chegada a casa dos tios, foi a visita do irmão William, convidado a passar a semana de Natal em Mansfield Park antes de ingressar na Marinha.

Luckily the visit happened in the Christmas holidays, when she could directly look for comfort to her cousin Edmund; and he told her such charming things of what William was to do, and be hereafter, in consequence of his profession, as made her gradually admit that the separation might have some use.

Felizmente isso se deu justamente nas férias de Natal, de forma que Fanny pôde encontrar consolo junto ao primo Edmund; e ele lhe falou com tanta simpatia de William, das coisas formidáveis que ele viria a fazer em razão da profissão que abraçara, que finalmente ela se convenceu de que a separação só poderia lhe ser útil. | cap. 2, trad. Rachel de Queiroz |

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O senhor Knightley conversa com a senhora Weston sobre as qualidades e defeitos de Emma e promete melhorar seu humor quando chegar o Natal com a família toda reunida.

“Very well; I will not plague you any more. Emma shall be an angel, and I will keep my spleen to myself till Christmas brings John and Isabella. John loves Emma with a reasonable and therefore not a blind affection, and Isabella always thinks as he does; except when he is not quite frightened enough about the children. I am sure of having their opinions with me.”

Pois bem, não vou importuná-la por mais tempo. Emma continuará a ser um anjo e eu guardarei meu mau-humor para mim mesmo até John e Isabella virem para o Natal. John adora Emma, tem por ela uma racional, portanto nada cega, afeição, e Isabella sempre pensa como ele, exceto quando ele não está tão preocupado quanto ela com as crianças. | cap. 5, trad. Ivo Barroso |

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Ah! o Natal em família… Quem não tem uma Mary Musgrove para reclamar de alguma coisa? Ainda escreverei um pequeno tratado psicológico da pobre Mary.

“My dear Anne, – I make no apology for my silence, because I know how little people think of letters in such a place as Bath. You must be a great deal too happy to care for Uppercross, which, as you well know, affords little to write about. We have had a very dull Christmas; Mr. and Mrs. Musgrove have not had one dinner party all the holidays. I do not reckon the Hayters as anybody.

Minha querida Anne:
Não peço desculpas por meu silêncio, pois sei como as pessoas tem pouco tempo para pensar em cartas num lugar como Bath. Deve estar feliz demais para se importar com Uppercross que, como sabe, tem pouco o que se escrever. Tivemos um Natal muito triste; o Sr. e a Sra. Musgrove não deram um único jantar durante todos os feriados. Não conto os Hayters como alguém. | cap. 18, trad. Luiza Lobo |

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O Natal era também uma ótima ocasião para namorar, com tantos convidados, sempre havia alguém de fora, como James Morland na casa dos Thorpes!

“You are so like your dear brother,” continued Isabella, “that I quite doated on you the first moment I saw you. But so it always is with me; the first moment settles every thing. The very first day that Morland came to us last Christmas — the very first moment I beheld him — my heart was irrecoverably gone.

— Você é tão semelhante ao seu querido irmão, Catherine — continuava Isabella —, que eu me apaixonei por você desde o primeiro momento. Para mim é sempre assim, o primeiro momento decide tudo. No dia que Morland foi à nossa casa, no último Natal, no instante que o vi, meu coração era seu, irrevogavelmente. | cap. 15, trad. Lêdo Ivo |

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O verão nos livros de Jane Austen

Monday, December 21st, 2009 | Jane Austen, Livros, Traduções | 5 Comments

Estes últimos verões em São Paulo tem sido escaldantes e tenho sonhado com um verão no Hampshire! Enquanto isso me contento com uvas fresquinhas que me fazem lembrar a velha parreira da casa da vovó-dinda.

Com vocês, um trecho de cada um dos seis livro de Jane Austen sobre o Verão!

© Foto minha. Estavam saborosas!

Razão e sentimento

Marianne se restabelece de sua doença e faz planos de felicidade para o verão:

I know we shall be happy. I know the summer will pass happily away.

Sei que vamos ser muito felizes. Sei também que o verão passa depressa.
| trad. Ivo Barroso |

Orgulho e preconceito

A senhorita Bingley e a irmã, senhora Hurst, fazem pouco de Elizabeth comentando a pele dela está escurecida e grosseira. O senhor Darcy não vê nada de mais no fato…

However little Mr. Darcy might have liked such an address, he contented himself with coolly replying that he perceived no other alteration than her being rather tanned — no miraculous consequence of travelling in the summer.

Por mais que essas palavras desagradassem ao senhor Darcy, ele se limitou a responder friamenteque não percebera nela nenhuma alteração, a não ser que estava um pouco queimada, fato que nada tinha de milagroso, quando uma pessoa viajava no verão.
| trad. Lúcio Cardoso |

Mansfield Park

Uma jovem mulher no verão, mais precisamente Mary Crawford, é o suficiente para deixar Edmund completamente apaixonado.

A young woman, pretty, lively, with a harp as elegant as herself, and both placed near a window, cut down to the ground, and opening on a little lawn, surrounded by shrubs in the rich foliage of summer*, was enough to catch any man’s heart. The season, the scene, the air, were all favourable to tenderness and sentiment.

Uma linda e graciosa jovem, com uma harpa tão elegante quanto ela própria, ambas colocadas em frente a uma janela abrindo para um pequeno pátio cercado de arbustos de ricas folhagens*, era suficiente para prender o coração de qualquer homem. A estação, o cenário, o ar, tudo era favorável à ternura e ao sentimento.
| trad. Rachel de Queiróz |

* não foi traduzido a palavra verão e nesse caso não se sabe a estação a que se refere a frase seguinte.

Emma

Para o senhor Woodhouse visitas só no verão, e mesmo assim no próximo verão!

I think it would be much better if they would come in one afternoon next summer, and take their tea with us – take us in their afternoon walk; which they might do, as our hours are so reasonable, and yet get home without being out in the damp of the evening.

Acho que teria sido muito melhor se eles viessem uma tarde destas no próximo verão tomar chá conosco; podiam vir em sua caminhada da tarde, que deviam fazer, já que nossos horários são bastante razoáveis, e voltar para casa sem sofrer a umidade da noite.
| trad. Ivo Barroso |

A abadia de Northanger

Henry e Catherine tiveram que esperar até o casamento de Eleanor, que aconteceu em um verão, fato abrandou o mau gênio do General.

The circumstance which chiefly availed was the marriage of his daughter with a man of fortune and consequence, which took place in the course of the summer — an accession of dignity that threw him into a fit of good-humour, from which he did not recover till after Eleanor had obtained his forgiveness of Henry, and his permission for him “to be a fool if he liked it!”

A circunstância da qual principalmente se beneficiou foi o casamento de sua filha com um homem de fortuna e respeitável, que ocorreu durante o verão – uma adesão de dignidade que o colocou em um estado de bom humor, do qual ele não recuperou até depois que Eleanor obteve o perdão para Henry, e sua permissão para ele “ser tolo se assim ele se agradasse!”
| trad. mea culpa* |

* a tradução desse parágrafo por Lêdo Ivo ficou mesclada com outros parágrafos então achei por bem colocar a minha que seria mais curta.

Persuasão

Para Anne e Frederic tudo iniciou no verão de 1806!

He was not Mr. Wentworth, the former curate of Monkford, however suspicious appearances may be, but a Captain Frederick Wentworth, his brother, who being made commander in consequence of the action off St Domingo, and not immediately employed, had come into Somersetshire, in the summer of 1806; and having no parent living, found a home for half a year at Monkford.

Ele não se tratava do Sr. Wentworth, antigo cura de Monkford, por mais suspeitas que fossem as aparências, mas de um certo Capitão Frederic Wentworth, seu irmão, que, tendo sido promovido a comandante em consequência  de uma batalha em São Domingo, e sem ocupação logo em seguida, viera a Somersetshire no verão de 1806; e, não tendo pais vivos, conseguira uma casa por meio ano, em Monkford.
| trad. Luiza Lobo |

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Capas dos livros de Jane Austen

Sunday, November 8th, 2009 | Jane Austen, Livros | No Comments

Já tenho os pequeninos, mas esta edição da obra completa de Jane Austen da Collector’s Library me parece fabulosa. A ilustração da capa, de Hugh Thomson, é o primeiro encontro de Anne com Mr. Elliot no Cobb, em Lyme Regis – Persuasão.

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PS: Socorro! eles tem The Kelmscott Chaucer. Um fac-símile… (desmaiei)

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Turismo pelas séries de Jane Austen – BBC

Saturday, October 31st, 2009 | Filmes, Jane Austen, Janeites | 8 Comments

De todas as agências de turismo para lugares ligados a Jane Austen a P and P Tour me chamou atenção pelo roteiro. Eles são baseados nas séries da BBC que são, na maioria das vezes, um sucesso.  O próprio nome da agência é uma referência a Orgulho e preconceito de 1995 e um dos motes da agência é:

Drink tea in the sitting room where Colin Firth proposed….. dip your toe in the lake at Pemberley!

Tome um chá na sala onde Colin Firth declarou-se….. mergulhe seus dedinhos no lago de Pemberley!

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Em setembro entrei em contato com a PandP saber se tinham guias para estrangeiros. Eles responderam que “we always have european guests who speak Spanish and Italian and I speak French”  e que enviariam mais informações quando voltassem para sua base. No início de outubro (véspera de minha viagem) recebi o mail que resumirei abaixo com as informações da programação para 2010.

Os roteiros atuais e programados para 2010 são baseados em Pride and Prejudice 1995, Sense and Sensibility 1995 e Persuasion 1995. ( Já estão pensando em Emma 2009!)

ORGULHO E PRECONCEITO | Período: abril a setembro de 2010 | 4 dias e 3 noites | Valores dependem das acomodações e variam de £399 a £725, por pessoa.

O passeio inclui uma ceia em trajes de época em Longbourn com acesso exclusivo a casa e aos jardins; visitas a Meryton; a universidade de Darcy; The Bell em Bromley; a igreja de Longbourn; Netherfield; a Londres de Darcy; o presbitério de Hunsford (chá da tarde na sala onde Darcy declarou-se para Lizzie); Rosings; Peak District (região que Lizzie visitou com os Gardiners); Lambton e Pemberley (interior e exterior). É possível também dar um pequeno passeio na carruagem usada por Lizzie! E mais um upgrade para visitar as locações da BBC, que incluem, pasmem, o quarto de Lizzie no presbitério com o famoso closet com prateleiras feitas sob a supervisão da própria Lady Catherine! Como disse Lizzie “A happy thought indeed.” [Uma feliz idéia, deveras...]
PS: Um dos hóspedes ficará nesse quarto… (suspiros)

RAZÃO E SENSIBILIDADE & PERSUASÃO| Data: 16 a 21 de maio de 2010 | 6 dias e 5 noites | Valores dependem das acomodações e variam de £899 a £1075, por pessoa.

O passeio combina Persuasão com visita a Uppercross, Kellynch, locais associados a Jane em Lyme Regis e Bath e Razão e sensibilidade com visita a Cleveland, Barton Park, Barton Cottage, Norland, a casa da sra. Jennings em Londres e  salão de baile (suponho que seja do baile onde a pobre Marianne viu Willoughby com a “outra”).

Eu sei que os preços são bastante altos em relação ao nosso dinheiro mas é um belo passeio e um tributo aos filmes que nos fazem sonhar com Jane! Todas as informações que descrevo aqui devem ser confirmadas no caso de programar a uma viagem. Via contato direto com a agência com Helen ou Maddy pelo site PandP Tour ou pelo e-mail: pandptours@hotmail.co.uk

UPDATE: Em 2010, Hazel Jones, autora de Jane Austen & Marriage e professora de inglês na Exeter University se juntará ao time da PandP!

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Lord Byron em Persuasão

Monday, September 28th, 2009 | Livros, Traduções | 4 Comments

Anne e o capitão Benwick falam Walter Scott e Lord Byron,

[...] and they walked together some time, talking as before of Mr. Scott and Lord Byron, and still as unable as before, and as unable as any other two readers, to think exactly alike of the merits of either, [...]
Anne found Captain Benwick again drawing near her. Lord Byron’s “dark blue seas” could not fail of being brought forward by their present view [Cobb], [...] | Chapter 12

[...] e caminharam juntos por algum tempo, falando, como antes, de Scott e Lord Byron, sendo outra vez incapazes como qualquer outro par de leitores — de pensar exatamente da mesma forma sobre seus méritos, [...]
Anne viu que o capitão Benwick tornava a se aproximar dela. Os “escuros mares azuis” de Byron não poderiam deixar de ser relembrados pela paisagem que viam, [...]*

Capitão Benwick e Louisa Musgrove se apaixonam,

He [Captain Benwick] would gain cheerfulness, and she [Louisa Musgrove] would learn to be an enthusiast for Scott and Lord Byron; nay, that was probably learnt already; of course they had fallen in love over poetry. | Chapter 18

Ele se tornaria mais alegre, ela aprenderia a ser uma entuasiasta de Scott e Lord Byron; não, isso já tinha aprendido, provavelmente. Claro que tinha se apaixonado através da poesia. *

E eu, criatura nada romântica e que só penso em dinheiro, comprei ontem por “5 pila” Byron**. Só espero que seja uma boa biografia. Alguém já leu este livro?

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* Tradução de Luiza Lobo.

** Biografia de Lord Byron por André Maurois, tradução H. P. de Lemos Bastos. Editora Irmãos Pongetti

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