Persuasion, o amor e sua medida
Uma amor além das medidas?
Bem, talvez eu tenha traduzido muito literalmente “a love beyond measure”, mas o amor de Anne me parece muito dentro de todos os limites. Até demais!
Sense and Sensibility e a cegueira do amor
Eu não sabia que usavam a expressão “o amor é cego” em inglês: love is blind. Isto posto, não consigo enquadrar Razão e sentimento ou Razão e sensibilidade neste dito popular.
Mas me ocorreu que podem estar se referindo a um dos apaixonados da história e fiquei na dúvida entre Marianne Dashwood e o Coronel Brandon…

Pride and Prejudice, o amor e tudo mais.
Não tenho certeza de minha tradução para a frase “the love that started it all” da capa de Pride and Prejudice (Orgulho e preconceito) da Harper Collins. Estou entre “o amor que iniciou tudo isto” ou “o amor que iniciou tudo”.
Seja como for, garanto para vocês que não entendi a ligação da frase com o livro.
Alguém tem algum palpite?
Emma, um jogo?
Conforme prometido vamos a primeira capa da Harper Collins e a frase da capa. O fato de eu não gostar de frases nas capas de livros não quer dizer nada além do meu gosto pessoal como já comentei no post “Jane Austen da Harper Collins”. As editoras tem suas razões para colocar vários elementos nas capas de seus livros e não pretendo discutir aqui um assunto técnico.
A minha questão com as capas da Harper Collins é se as perguntas nas capas combinam com o conteúdo do livros.
No caso de Emma, a frase é love is a game ou “o amor é um jogo”. Pergunto a opinião de vocês: esta frase combina com o livro, com seus personagens, com sua heroína?
Jane Austen da Harper Collins
Em dezembro de 2009 fiz um post sobre a capa de Pride and Prejudice, da Harper Collins, e desde então tenho recebido avisos da editora sobre novos lançamentos. Continuam na mesma linha de capas: fundo preto, flores e uma frase para resumir o tema do livro.
Não desgosto das flores e do fundo preto, apesar não terem a mínima ligação com os temas de Jane Austen. Mas o que me desagrada mais são as frases, pois parecem aquela coisa de supostos bestsellers que precisam informar “vejam como sou interessante”, e que me remetem ao dito que minha vovó gaúcha sempre dizia: “fruto muito oferecido, está podre ou ardido”.
E essa primeira impressão é uma tremenda injustiça com os livros de Jane Austen, pelo menos no original. Digo no original pois traduções temos das maravilhosas às horrorosas. De qualquer forma, como já comentei no blog da Bárbara, se for para conseguir mais leitores de Jane, avante!
Essa mesma edição tem algo muito bacana por parte da editora, que já falei aqui no blog e repito: qualquer um pode ler gratuitamente online. Os links estão nas imagens abaixo.



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