David Bamber

Um Mr. Collins incomoda muito a gente…

Saturday, February 6th, 2010 | Filmes, Vídeos | 3 Comments

Dois Mr. Collins incomodam, incomodam muito mais!

Dois Mr. Collins incomodam muito a gente

Três Mr. Collins incomodam, incomodam, incomodam muito mais!!!

Três Mr. Collins: Melville Cooper, David Bamber e Tom Hollander
Caso o vídeo não funcione veja aqui.

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Mr. Collins e a arte do elogio

Monday, November 30th, 2009 | Filmes, Jane Austen, Livros, Poesia, Traduções | 10 Comments

Não lembro se comentei aqui no blogue mas já escrevi no twitter, “Quando o elogio é demais eu não desconfio. Tenho certeza.”

Esta semana, lendo o ótimo post Você é ‘o cara’”? no Flanela Paulistana, lembrei imediatamente do meu querido Mr. Collins e fiquei tentando imaginar em qual categoria ele se enquadraria. Fiquei entre as modalidades, caipira e social.

Reproduzo abaixo uma das partes de Orgulho e preconceito que considero das mais inspiradas do livro. Uma conversa entre Mr. Bennet e Mr. Collins, no capítulo 14. Mr. Bennet, que sempre se diverte com a estupidez humana, resolve dar trela para Mr. Collins após o jantar. Ele tem certeza que o primo não lhe falhará como divertimento. O assunto gira em torno de Lady Catherine de Bourgh e sua filha Anne, que é muito adoentada (e tenho pra mim que era feiota também…), e por esses motivos não frequenta a Corte. Mas o nosso querido clérigo sempre tem uma palavrinha aqui e acolá para deixá-la(s) feliz(es)

— Seu estado de saúde infelizmente não permite que ela resida na cidade. Como eu disse a Lady Catherine certa vez , essas circunstâncias privaram a Corte inglesa do seu mais brilhante ornamento. Sua senhoria pareceu ter ficado muito contente com a ideia. E o senhor pode imaginar que me sinto feliz em oferecer de vez em quando esses pequenos cumprimentos delicados que as senhoras tanto apreciam. Mais de uma vez observei a Lady Catherine que sua graciosa filha parecia ter nascido para ser uma duquesa, e que essa honra, a mais alta que pode ser conferida, em vez de lhe dar importância, seria, ao contrário, adornada por ela. Esses são os pequenos tributos que agradam a sua senhoria, e que eu me considero obrigado a prestar.

— O senhor tem toda razão — disse o senhor Bennet. — E, felizmente para o senhor, possui o talento de lisonjear com delicadeza. Poderia lhe perguntar se essas agradáveis atenções procedem de um impulso momentâneo ou são o resultado de um cálculo prévio?

— Elas se originam principalmente do que ocorre no momento. Embora eu às vezes me divirta arranjando e polindo esses pequenos galanteios a ser empregados em certas ocasiões, procuro sempre lhes dar um ar tão espontâneo quanto possível.
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trad. Lúcio Cardoso |

“Her indifferent state of health unhappily prevents her being in town; and by that means, as I told Lady Catherine myself one day, has deprived the British court of its brightest ornament. Her ladyship seemed pleased with the idea, and you may imagine that I am happy on every occasion to offer those little delicate compliments which are always acceptable to ladies. I have more than once observed to Lady Catherine that her charming daughter seemed born to be a duchess, and that the most elevated rank, instead of giving her consequence, would be adorned by her. — These are the kind of little things which please her ladyship, and it is a sort of attention which I conceive myself peculiarly bound to pay.”

“You judge very properly,” said Mr. Bennet, “and it is happy for you that you possess the talent of flattering with delicacy. May I ask whether these pleasing attentions proceed from the impulse of the moment, or are the result of previous study?”

“They arise chiefly from what is passing at the time, and though I sometimes amuse myself with suggesting and arranging such little elegant compliments as may be adapted to ordinary occasions, I always wish to give them as unstudied an air as possible.”

Para ilustrar este post utilizo uma captura de tela da série da BBC (1995) com o ator David Bamber, fabuloso como Mr. Collins. Acredito que consegui captar o exato momento em que ele se permite uma dúvida: estariam os Bennets, pai e filha, fazendo pouco dele?

mr_collins_elogios

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Mr. Collins e eu

Friday, September 18th, 2009 | Filmes, Livros | 10 Comments

Adoro Mr. Collins. Pronto, falei.

Quando tive outros blogs, em um deles resolvi colocar propaganda, não só do Google, mas também de outras empresas e uma dessas era americana. Todo o processo foi feito com simplicidade mas dentro da maior correção e clareza, e assim sendo a correspondência foi mais numerosa do que o usual. Quando recebi o primeiro mail assinava um J. Collins. Não preciso dizer em quem pensei imediatamente!

Respondi no meu melhor inglês: Dear Mr. Collins…

Na próximo mail, menos formal, assinou apenas J. Eu retribui e respondi a J. Mas nos seguintes não me contive e voltei a colocar “dear Mr. Collins”. E assim passou-se até nossa última missiva.

Tenho certeza que meu querido senhor J. Collins nunca entendeu tanta formalidade em negócios nos tempos de internet. Seria eu uma Lady de Bourgh dos trópicos? Poor dear…

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David Bamber, impagável como Mr. Collins em Pride and Prejudice, 1995

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Preciso sorrir, pelo menos!

Wednesday, August 12th, 2009 | Audio, Séries | 10 Comments

Meus problemas com a conexão parecem não ter fim. Preciso rir um pouco, ou sorrir pelo menos. Com vocês, meu querido Mr. Collins dançando… salteadinho? Saltitante? Saltando obstáculos? Vocês decidem. Sou completamente parcial quando se trata de meu clérigo preferido…

PS: Quando conseguir publicarei os posts pendentes.

PS2: E o sorriso de Mr. Darcy divertindo-se com a situação, hein? Impagável.

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