Mulheres
Concordo com Sheila Lerner, hoje no Twitter, a favor somente de um “Dia da Humanidade”. Nada melhor para representá-los (mulheres e homens) que uma mesa capitaneada pela querida Mrs. Bennet e rodeada de cavalheiros!
Captura de tela de Pride and Prejudice 1995, com toques artísticos meus.

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Nada contra essas comemorações, muito menos contra as mulheres(!). Apesar de a Lerner ter certa razão.
Muito legal a foto ^^
Raquel, O Livreiro (http://olivreiro.com.br/blog/2010-03-05-quiz-com-que-escritora-voce-se-identifica) fez um quiz online, “com qual dessas escritoras você se identifica?” Eu sempre acho o quiz legal quando o resultado é legal. O meu deu “Jane Austen”. Afinal hoje é dia da mulher, temos direito a cinco minutos de folga!
Marcia,
obrigada, tuitei sua dica! E eu preciso ler Clarice Lispector… ai ai
Raquel, toca aqui!
Raquel, minhas aulas na faculdade de Letras começaram hoje e ao dar uma volta pela biblioteca da universidade não consegui resistir: aluguei um livro chamado “Jane Austen On The Screen: a study of irony in Emma” escrito por uma das professoras de literatura inglesa de lá, Genilda Azerêdo.
Li o primeiro capítulo em que ela tenta explicar o fascínio pelas adaptações dos romances de Jane Austen ser tão grande nos dias de hoje (especialmente nos anos 90). Achei interessante saber que os escritos de Miss Austen eram lidos em voz alta pela família e ocasionalmente, encenados. Ela mostra até um trecho de uma carta em que Jane critica a encenação que a mãe dela fez para Pride and Prejudice, dizendo que ela falava muito rápido. Gostei muito de saber dessa curiosidade rs.
“I believe one can consider these moments as somehow marking the beginning of the relationship between Austen and adaptations; such ‘family happenings’ do provide a significant illustration of the potentialites of Austen’s texts to be dramatized, to be enacted; among these, her use of dialogue – most often woven through wit, humour, and irony – and her precise sense of characterization, so as to create vivid characters the reader immediately recognizes, at the same time that she plays with romantic stereotypes, thus also making readers deceive themselves in their hasty predictions.”
Genilda Azerêdo
Cynthia,
não deixamos nunca de procurar Jane, não é mesmo?!
Jamais! =)