- “Razão e sentimento” uma crítica por Enzo Potel no blogue Orgia Literária.
- “Austen e sensibilidade” por Daniel Piza em seu blogue no Estadão.
- “Crescent Row” perfumes com inspiração no Royal Crescent em Bath no Perfumes & etc. (em português)

Imagem: David Iliff – Wikimedia Commons


Saindo um pouco do tema das dicas, ontem assisti “lost in austen” e adorei!!! Como sempre, as séries da BBC são maravilhosas!! A escolha para Darcy foi ótima!! Muito charmoso!!! rsss. Lembrei daqui e passei para dar um oi. Abraços…
Tatiana,
a BBC é meu sonho de consumo…
Olá Raquel, é a primeira vez que escrevo aqui! Sou uma fã inveterada da Jane Austen (todos nós!), mas só fui descobrir o blog porque ganhei os “livros- miniaturas” de uma amiga. Chorei de emoção pela sensibilidade (sua e dela!) Nem consegui acreditar que este espaço existisse e eu ainda não o conhecesse…
Parabéns pelo blog, pelos seus objetos-mimos! Amei tudo!
Sobre as mulheres de Austen: claro que todas seriam amigas,todas apesar de diferentes, se igualam na inteligência, lisura de carater, são observadoras, apaixonadas – cada uma a sua maneira…
Fernanda,
muito obrigada e seja bem-vinda ao Jane Austen em português!
Fico muito contente em saber que alguém ganhou um presente feito por mim e apreciou tanto!
Fernanda
coloque sua resposta sobre as mulheres de Austen, no post Sete mulheres e um vilarejo para concorrer aos marcadores de páginas!
Boas dicas, com exceção do texto do Daniel Piza, que escreveu um monte de batatada. A cena do filme que ele destaca como a genialidade de Austen simplesmente não existe no livro! Como alguém pode comentar com tanta propriedade algo que obviamente não leu?
Elaine,
pareceu-me numa primeira leitura que ele está falando somente dos filmes.
Depois li mais um texto dele em que menciona Jane que achei também muito estranho. Pretendo ler todos e mais adiante farei um comentário ou até mesmo um post se for o caso – parece que nesse mato tem lebre…
Eu reli o texto umas três ou quatro vezes, e a impressão é que ele acha que tudo que está na adaptação cinematográfica, está também no livro. E ainda me vem com este comentário: “Não há uma cena como a do filme de Lee em que Emma Thompson fecha a porta, a sós com a irmã, e desabafa – como nunca antes ou depois – sua frustração em ser sempre a preterida por ter menos beleza.” Espere aí, que cena é essa de R&S que nunca vi? Elinor chorando porque tem menos beleza?! Faça-me o favor!
Elaine,
vou reler, e mais, vou ler os outros texto dele certamente! Já agendei para semana que vem, me aguarde!